terça-feira, 21 de agosto de 2018
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
CURSO DE SHIATSU
A terapia por Shiatsu é uma forma de manipulação administrada com os polegares, os dedos e as palmas das mãos, sem uso de qualquer aparelho mecânico ou de outro tipo, para aplicar pressão sobre a pele, corrigir o mau funcionamento interno, promover e manter a saúde e tratar de doenças específicas”.
FACILITADOR – Prof. Claudio Cordeiro de Moraes
Público Alvo – Alunos com formação do Ensino Médio à Nível Superior em qualquer área
Aulas – Todas as Sextas-Feiras
Horário das aulas – das 19 às 22:00
Duração do curso – 3 meses
Investimento: R$ 250,00 (duzentos reais), mensais
Programa:
Conceitos da Medicina Tradicional Chinesa (MTC);Teoria das Terapias Orientais; fisiologia Energética; Princípios Teóricos da Medicina Tradicional Chinesa; Fisiopatologia Energética, Os Sistemas Energéticos; Avaliação pela Medicina Tradicional Chinesa; O tratamento através das técnicas do Shiatsu; Aplicação da Seqüência básica (Ki Hon) do Shiatsu; Teorias e Técnicas de Manipulação; Aulas Práticas
Dúvidas - claudiocmoraes@yahoo.com.br
sexta-feira, 27 de julho de 2018
CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - CELSO LISBOA
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Curso de Acupuntura - Duração = 24 meses. Início - 06/10/2018 - Sábados de 15 em 15 dias
Curso de Neurofuncional - Duração=18 meses - Início - 06/10/2018 - Sábados de 15 em 15 dias
CENTRO UNIVERSITÁRIO CELSO LISBOA
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Rua 24 de Maio, 797 – Engenho Novo
SDCM - SÍNDROME DA DEFICIÊNCIA DO CAMPO MAGNÉTICO - PARTE II
Origem do Imã e Magnetismo
Se um imã é um objeto com propriedades estranhas, invisíveis de atração e repulsão, e que atrai a atenção do homem moderno, certamente deve ter atraído a curiosidade dos homens na antiguidade, que com certeza atribuíram ao mesmo, propriedades mágicas. O nome “magneto” provém da palavra Magnésia, região da Grécia Antiga onde foi descoberto um mineral com propriedades de atração e repulsão, chamado, na época, de lodestone (stone: pedra, e load: com carga, que se move), na verdade, óxido de ferro. Há relatos de que um pastor grego constatou a capacidade de algumas pedras da região da Magnésia de extrair pregos de ferro de sua sandália. Em 2700 a.C., já havia registros do uso de bússolas rústicas feitas de lodestone pelos chineses, e entre 1000 e 1200 d.C., bússolas para navegação começaram a ser utilizadas pelos europeus. Em 1600, Willian Gilbert, considerado o pai do magnetismo, publicou os primeiros conhecimentos que afirmavam que a terra é um grande imã. Em 1820, Oersted descobriu a relação entre eletricidade e magnetismo. Em 1825, Ampère determinou que duas bobinas que carregam correntes elétricas agem como imãs, e no ano seguinte, Aragon descobriu que o ferro pode ser magnetizado, bem como faraday afirmou que a eletricidade pode ser gerada trocando-se o fluxo magnético dentro de uma bobina, o principio do dínamo. Em 1920, foi desenvolvido o poderoso Alnico, um imã de maior capacidade magnética. Em 1950, surgiu o imã cerâmico, denominado ferrite, o mais utilizado pela indústria na época. Em 1970, foram descobertas as ligas de samário-cobalto (terras raras), porém com custos muito altos.
Em 1980, surgiram os imãs com a liga de neodímio-ferro-boro, com maior capacidade magnética e mais barata, porém muito sensíveis às altas temperaturas. A intensidade de um imã é medida na unidade Gauss e o aparelho que mede a intensidade de um imã ou de um campo magnético é o Gauss meter, ou gaussímetro, em português. O nome da unidade de medida do imã e dos campos magnéticos “Gauss” foi dado em homenagem ao matemático alemão Carl Friedrich Gauss, um dos maiores cientistas de todos os tempos. Ele dedicou-se ao estudo aprofundado do magnetismo. Gauss inventou o heliotrópico, um aparelho capaz de concentrar num ponto distante os raios solares, que trabalha refletindo os raios do sol usando um espelho e um telescópio pequeno. Em 1832, Gauss e Wilhelm Weber começaram a investigar a teoria de magnetismo terrestre depois de Alexander Von Humboldt ter tentado obter ajuda de Gauss para fazer um quadro de pontos de observação magnética ao redor da terra. Gauss já tinha escrito três importantes documentos sobre o assunto, que tratava de teoria sobre o magnetismo, medida da força magnética e magnetismo terrestre. Foi, portanto, pela dedicação desse cientista ao estudo do magnetismo que a unidade de medida da intensidade de um ímã ou de um campo magnético recebeu o seu nome.
Muitas experiências sobre biomagnetismo foram realizadas em diversos países nas ultimas décadas, com a utilização de microorganismo, animais, plantas e cultura de tecidos, revelando resultados inusitados. Observou-se que algas marinhas mantidas sobre a influência de um campo magnético cresceram mais rápido que outras que não estavam sobre o mesmo processo, e que plantas comuns produziam muito mais hortaliças e frutos. Plantas murchas puderam ser revividas pela exposição de um campo magnético ou quando regada com água exposta a um campo magnético. Constatou-se que os imãs favorecem o crescimento e a fertilidade das plantas, que se tornam mais resistentes.
Cientistas observaram que sementes expostas a um campo magnético têm a sua germinação e crescimento acelerados, sendo que suas raízes se tornam mais profundas e vigorosas se comparadas com as que não tiveram suas sementes magnetizadas. Se á água usada para irrigação for exposta a um campo magnético, as plantas irrigadas com elas crescem mais rapidamente e produzem mais do que as plantas irrigadas com água comum. Na Rússia, experiências agrícolas mostraram a possibilidade de produzir tomates e berinjelas de dimensões gigantescas se as plantas forem expostas a um campo magnético, ou se forem irrigadas com água magnetizada, tornando-se mais resistente as pragas. Plantas irrigadas com água magnetizada crescem até 40% mais rápido que aquelas irrigadas com água comum.
Experiências feitas com camundongos expostos a altas doses de raio X, cujas queimaduras (radiodermite), geralmente o levariam a morte, mostraram que quando esses animais foram expostos a fortes campos magnéticos, a sobrevida aumentou de modo muito significativo. Efeitos interessantes dos imãs também foram verificados na atividade de certas bactérias, especialmente as que produzem doenças nos seres humanos, como a Staphylococus aureus, que causam problemas de pele, infecções no aparelho digestivo, problemas pulmonares e outros. Quando esses micróbios foram expostos em incubadora a campos magnéticos fortes, tiveram o seu crescimento completamente inibido após seis horas de exposição, mostrando o efeito bactericida dos imãs. Também bactérias como a Serratia marcenscens e Escherichia coli, que causam desordens intestinais, sofreram inibição completa de seu crescimento em apenas três horas de exposição a um baixo campo magnético. Todas essas experiências só apontam para a grande sensibilidade dos seres vivos aos campos magnéticos, que, na verdade regem a vida
Origem do Imã e Magnetismo.
terça-feira, 24 de julho de 2018
KLESHAS
Condicionamento e sofrimento
Os três primeiros anos de vida são extremamente importantes no desenvolvimento de uma pessoa. Os estudos de temperamento ou de personalidade mostram que estes são características inatas, ou seja, já estabelecidos no momento em que uma criança nasce. No entanto, o modo como uma pessoa aprende a compreender ou controlar o seu temperamento é um processo que continua durante toda a sua vida. Os factores naturais, genéticos e ambientais contribuem para o desenvolvimento da nossa personalidade, os nossos valores, crenças e expectativas.
Primáriamente, consideramo-nos como um corpo físico ou um complexo de corpo-mente, regido por impulsos e instintos. O sofrimento (dukha), é devido ao nosso condicionamento desde o nascimento até ao fim da vida. Tendemos a pensar e a agir de acordo com o conceito de nós próprios (inato ou formado pela visão de quem somos, aos olhos de quem nos rodeia). Isto tem profundas implicações psicológicos e sociais que podem ser úteis ao indivíduo ou sociedade mas são restritivas para o nosso desenvolvimento espiritual. Ao longo da vida, formamos conceitos verídicos e falsos de quem somos na realidade.
Segundo a filosofia do yoga, nascemos com uma herança “kármica” de padrões mentais e emocionais. As nossas experiências, que deixam a sua marca ou impressão, (samskara), podem levar a mente a lugares edificantes, que nos alimentam positivamente, ou então para lugares escuros, que obscuram a mente e levam à confusão. Com a orientação dos Yoga Sutras, entramos numa missão de busca e eliminação da nossa herança kármica (que leva à obscuridade mental), preservando o que nos alimenta e nutre mental e psicologicamente. Através de uma prática equilibrada, atingimos o discernimento de quais os samskaras que devem ser reforçados e quais os que devem ser restringidos.
Os samskaras são a causa dos cinco kleshas (fontes de sofrimento[1]) que são:
Avidya (ignorância) – A ignorância é o nosso estado natural quando não exercemos qualquer influência sobre a mente, deixando-a ser confundida com o que é permanente e o que é efémero (o que não muda e o que muda). É preciso estar atento quando surge, descobrir e examinar a sua fonte para poder domina-la. Eventualmente, com um esforço contínuo é possível enfraquece-la e fazer com que desapareça. Avidya é considerado a causa dos outros kleshas. Swami Satchidananda descreve-o como sendo “o campo para os mencionados a seguir, sejam eles dormentes, fracos, interceptados, ou sustentados.”[2]
Asmita (ego; a nocão de “eu sou”) – Este klesha refere-se ao pensamento da existência individualizada que permeia o complexo de corpo-mente por inteiro. É esta percepção individualizada que contém projeções falsas de quem somos na realidade. Como não é fácil perceber a existência do Ser, identificamo-nos com o corpo-mente, a nossa identidade social, os nossos atributos individuais de personalidade e as nossas experiências. É necessário alterar a nossa percepção da realidade que o ego projecta, de modo que todo o universo deixe de ser dividido em “eu” versus “não-eu”.
Râga (atração) – O resultado da ignorância da nossa verdadeira natureza faz com que percebamos a nossa existência como sendo dolorosa. Desenvolvemos várias estratégias para nos distrair desta existência, acabando por criar uma atração e apego aos acontecimentos agradáveis – passados e presentes – para satisfazer e ampliar o “eu”. Desejamos adquirir qualquer coisa que possa proteger a nossa frágil existência individualizada, como por exemplo, segurança, amor, reconhecimento, riqueza, ou poder. Contudo, a atração para as coisas e a sua aquisição é limitada e transitória; os nosso sentimentos de prazer desaparecem e recomeçamos a nossa busca, inevitávelmente, tornando-nos presos num ciclo interminável.
Dvesha (aversão) – Às vezes, quando percebemos que todos os objetos/objectivos dos nossos desejos são efémeros, e portanto, sujeitos à perda a qualquer momento, sentimo-nos ansiosos. Na ocurrência da perda, o sofrimento e a dor causada desenvolvem sentimentos de desgosto, raiva, e até, ódio a nós próprios. O desenvolvimento da aversão para evitar a mesma experiência, leva-nos a criar ainda mais padrões de aquisição numa tentativa de nos distrair dos sentimentos negativos.
Abhinivesha (apego à vida) – a nossa identificação com o complexo de corpo-mente e o nosso apego aos padrões de aquisição para o satisfazer, leva-nos a temer o fim da nossa existência com a morte do corpo físico. Podemos estar conscientes ou não desse temor, tal como podemos estar conscientes ou não que a morte seja algo fora do nosso controle. Podemos sentir que a morte representa um fim da nossa capacidade de satisfazer os desejos, e ao pensar que deixaremos de existir, aumenta o apego à vida.
Os cinco kleshas variam em intensidade na nossa psique, com a avidya a ser a raiz dos outros. São a causa do equívoco da nossa verdadeira realidade, fazendo com que aceitemos o temporário como eterno, criando sofrimento. Os kleshas também nos prendem ao ciclo de nascimento e renascimento, e assim impedem-nos de alcançar o auto-conhecimento e libertação (moksha).
A primeira etapa do trabalho com os kleshas é simplesmente reconhecê-los. Ao reflectir sobre oskleshas, descobriremos as suas raizes, bem como a forma como criam o sofrimento, o que nos ajudará a superá-los e a purificar a mente. Libertando-nos dos kleshas, ficaremos com uma consciência mais clara de nós próprios e da realidade do mundo.
domingo, 22 de julho de 2018
SÍNDROME DA DEFICIÊNCIA DO CAMPO MAGNÉTICO (Parte I)
O corpo humano é um tipo de ímã com pólos positivo e negativo, sendo que o equilíbrio da energia entre esses pólos é o fator que protege as células, que por sua vez são individualmente magnetizadas. Esse equilíbrio é necessário, conforme já mencionado, para que o sangue e a linfa fluam normalmente. A estrutura magnética do corpo humano precisa estar em harmonia com o campo geomagnético para que exista equilíbrio. Esta é uma condição fundamental para a vida, conforme comprova a ciência. Já que o campo magnético natural da terra cobre toda a superfície, todos os seres são penetrados por energia magnética. Metais como ferro e níquel são magnetizados mais facilmente, enquanto os seres humanos e outros organismos também o são, mais com menos intensidade.
No corpo humano, a medida de intensidade magnética oscila entre 0,1 a 0,3 Gauss. Foi comprovado, por numerosos estudos em todo o mundo, que campos de 250 a 3 mil Gauss são capazes de estimular a capacidade magnética do organismo elevando-o a níveis adequados. Infelizmente, o campo magnético terrestre não está em boas condições, por causa da interferência do ser humano na natureza, principalmente com o aquecimento global (que altera a distribuição adequada das linhas magnéticas sobre a crosta), as explosões nucleares, a ruptura e afinamento da camada de ozônio, a poluição atmosférica, a redução das florestas, as queimadas etc. Cientistas japoneses como o doutor Naoto Kawaida, da Universidade de Osaka, já em 1976 anunciava, os resultados de suas observações científicas, apontando que a terra esta sofrendo de uma carência magnética, mostrando que nos últimos quinhentos anos o campo magnético do planeta reduziu-se pela metade, e nos últimos cem anos essa redução acentuou-se.
Também existe o fato do ser humano viver e trabalhar em construções angulosas, fechados em verdadeiras jaulas de vergalhões metálicos e concreto, calçados de sola de borracha (que isola o corpo do magnetismo do solo), tudo isto contribui para a quebra da harmonia entre a energia magnética do corpo humano e a da terra, tendo como principal efeito o surgimento das doenças, por causa desse fato é que ocorrem tantas doenças de “causas desconhecidas”, processos degenerativos, disfunções, mutações etc. Constatando-se atualmente diversos sintomas provenientes da falta do magnetismo tais como dores lombares, dores de cabeça inexplicáveis e repentinas, dores irregulares nos pés e nas mãos, vertigem, perda de memória, cansaço corporal, formigamentos, câimbras sem causa aparente, prisão de ventre, sensação de peso em várias partes do corpo, pressão arterial anormal, alterações nas funções digestivas, falta de motivação, etc., entre outros problemas que, geralmente são atribuídos a disfunção no sistema nervoso autônomo.
No entanto, cientistas e médicos experientes têm mostrado que esses e outros problemas são causados por influência negativa do campo magnético terrestre, o que se denomina mais modernamente de síndrome da deficiência magnética. Os cientistas Shiro Saito, diretor do serviço cirúrgico da Escola Universitária de Kikei, em 1975, e Kyoichi Nakagawa, diretor do hospital de Isuzu, em 1977(este considerado o papa da terapia magnética moderna), descobriram os sintomas resultantes da carência do campo magnético sobre os seres humanos. Certamente, essas disfunções e sintomas só podem ser eliminados pelas correções de suas causas, que é exatamente a reposição do magnetismo.
quinta-feira, 19 de julho de 2018
A PRECE E A CURA FÍSICA
É bem conhecida a capacidade humana de influenciar, mesmo à distância, as condições de saúde de outras pessoas, através do ingresso em um estado de paz, equilíbrio, harmonia e, sobretudo, pela prática da prece.
Nos últimos anos, foram realizados vários estudos sobre os efeitos da prece em doenças orgânicas, para aperfeiçoar a compreensão dos processos envolvidos nas conexões entre os pensamentos e as emoções na produção de efeitos no mundo físico. Dentre eles, poucos reuniram condições de aceitabilidade científica, sendo elaborados sob condições estritas, de forma a garantir que nem os pacientes e nem as pessoas a quem as orações foram destinadas soubessem da existência uns dos outros. Em 2000, uma revisão sistemática concluiu que em 57% dos estudos houve um efeito positivo da prece nos tratamentos.
O primeiro dos trabalhos foi conduzido para determinar os efeitos da prece nos pacientes da Unidade Coronariana de um Hospital Geral na Califórnia. Os 383 pacientes foram aleatoriamente distribuídos, por um computador, entre os grupos que receberiam ou não a prece. Os resultados revelaram que os pacientes do primeiro grupo necessitaram cinco vezes menos de antibióticos, apresentaram três vezes menos edema pulmonar e nenhum deles precisou de intubação endotraqueal, enquanto doze pacientes do outro grupo requereram este tipo de cuidado.
Em Kansas City, foi realizado um estudo em condições mais rigorosas do que as da Califórnia para aferir o efeito da prece em 990 pacientes internados na Unidade Coronariana.
Os resultados revelaram que os pacientes que foram alvo da prece e aqueles que não a receberam tiveram o mesmo tempo médio de hospitalização, mas os primeiros necessitaram de menos intervenções cirúrgicas e procedimentos invasivos.
Uma pesquisa criteriosa foi realizada por três centros médicos importantes de São Francisco, Califórnia, para avaliar os efeitos da prece sobre 40 pacientes com AIDS em estágio avançado.
As pessoas encarregadas pelas preces foram escolhidas dentre Cristãos, Judeus, Budistas, Nativos Americanos até graduados por escolas de Bioenergética e Cura pela Meditação.
Houve a exigência de que todas elas tivessem um mínimo de cinco anos de experiência neste tipo de atividade, incluindo a atuação prévia em pacientes com AIDS.
Os resultados demonstraram que o grupo que recebeu a prece requereu menor número de visitas domiciliares dos médicos, menores períodos de hospitalização, menor acometimento por doenças oportunísticas e menor severidade das doenças adquiridas.
Por fim, um estudo mais polêmico foi conduzido em Israel, objetivando conhecer o efeito da prece remota e retroativa em pacientes portadores de infecção generalizada na corrente sanguínea, condição conhecida como sepsis. Os seus autores fizeram realizar as preces em um período variando de 4 a 10 anos após os pacientes haverem sido hospitalizados.
O objetivo era avaliar os efeitos das preces, à distância no tempo e no espaço, na taxa de mortalidade dos pacientes e no encurtamento do tempo de internação hospitalar e da duração da febre.
Dos 3.393 pacientes com infecção, 1.691 foram destinados ao grupo que receberia as preces e 1.702 ao grupo controle. Os resultados demonstraram que a porcentagem de pacientes que faleceram foi menor no primeiro grupo e não houve diferença significativa entre as taxas de mortalidade dos pacientes pertencentes a ambos. No entanto, no que concerne à redução da permanência hospitalar e do período de febre, a diferença foi significativa a favor dos pacientes que receberam as preces.
Para os estudiosos da doutrina espírita, o estado de oração é uma atividade diária, cujo efeito, muitas vezes, não é tão valorizado como deveria ser. A abordagem científica do assunto talvez possa trazer elementos para estimular a prática e a compreensão da prece.
O que é e para que serve o Tratamento Espiritual?
É a denominação dada aos passes de cura ministrados pelos médiuns da Casa, sob a orientação da Espiritualidade Superior.
O objetivo deste trabalho é aliviar os sofrimentos físico-espirituais dos pacientes. Após uma entrevista com a Equipe do Atendimento Fraterno, os pacientes - freqüentadores que necessitam de amparo para seus males - são encaminhados ao tratamento espiritual, onde, através do passe, o organismo físico é tratado e, sem dúvida, muito beneficiado.
Lembramos sempre que a principal finalidade do trabalho é tratar os registros de desequilíbrio existentes no periespírito do paciente. O resultado varia de acordo com a necessidade que cada pessoa tem em passar por determinada provação.
É importante que o paciente não abandone a medicina tradicional, tenha fé e se lembre de que é co-autor no tratamento, devendo perseverar no processo de harmonização interior.
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